“Saudações a todos. Nasce o Estandarte do Povo - movimento político e cultural - que tem o intuito de fazer reverberar a voz de qualquer um que se proponha a propagar conhecimentos livres e libertadores. A intenção é trazer a todos, importantes contribuições que têm se perdido no tempo. Venha conosco, leia e contribua para que o Estandarte possa de fato alcançar sua meta. Deixe o Estandarte do Povo passar!”

Ricardo Maciel, Robson Rocha e Wadson Xavier.

Contribuições pelo E-mail: estandartedopovo@hotmail.com

Deixa o estandarte do povo passar
eu quero ver esta gente cantar
cantando a plenos pulmões
a alegria dos corações
que ainda precisam
do samba pra chorar

Canta, minha gente canta
Deixa o estandarte passar
que o carnaval da gente
ele veio inaugurar

Eu vou cantar com empolgação
na avenida encontrei a redenção
Vou seguir os passos do poeta,
agora é a vez da nossa festa!

quarta-feira, 14 de novembro de 2012

Homenagem ao violeiro do calçadão

Esse homem estava sempre lá.
Com sua viola, era parte da paisagem.
Ouvia-se a voz e a viola
O olhar procurava quem
A figura era mais marcante ainda
Um legítimo preto-velho
Já era lenda
Tudo normal no Calçadão
Tem história pessoal
Mas fica na história da cidade
Nas cabeças dos que viram e ouviram
Berrar o Velho!
Seu nome descubro agora
Senhor Antônio Macário
Lendário!

Sobre o tráfico de drogas

Olha aí minha gente, mais uma vez o os pseudo-reacionários de plantão no Facebook resolveram apontar mais um culpado para as mazelas da República, agora a solução do país é acabar com os usuários de drogas ilícitas, ou como eles mesmos dizem: os financiadores do tráfico, vejamos:


  
Agora a política de combate, repressão e extermínio da população pobre, excluída e marginalizada é culpa dos usuários de drogas ilícitas. Vamos desconstruir o mito do senso comum raso (muito raso).

Então a solução seria a elite não consumir drogas ilícitas, parar de subir o morro e pegar o seu “produto” e voltar pra sua casa e desfrutar dos efeitos alucinógenos. Assim o tráfico não teria demanda para vender seus “artigos” e conseqüentemente estaria desmonetarizada para adquirir armamentos e enfrentar a violência institucionalizada.

Ora, a coisa é mais embaixo, como todos sabem o Brasil é rota internacional do tráfico, não é produtor, é distribuidor internacional. As fronteiras brasileiras (também é por lá que as armas entram) são vigiadas pela Policia Federal, logo o primeiro muro a ser erigido seria fechas as portas de entrada da “matéria prima”. O governo não foca nisso, pois na sua estrutura política e administrativa existem agentes “infiltrados” que colaboram para que o produto possa seguir seu caminho natural até a Europa, EUA e o restante do mundo. É lá que está a grande fonte de lucros do tráfico, não no consumidor brasileiro que pega a rapa do tacho, fazendo uma analogia com o café, ficamos apenas com o produto de baixa qualidade.

Porém, é mais fácil jogar a culpa na sociedade brasileira que se droga e financia a matança dos pobres e dos agentes da lei - heróicos defensores da ordem e do progresso, uma verdadeira tropa de elite (ou seria tropa DA elite?) - que por sua vez também são vítimas, não da sociedade civil, mas do seu próprio governo corrupto, criminoso e exportador de drogas.

Vamos povo brasileiro, faça sua opção legal, pra que maconha? Temos ansiolítico na farmácia, consulte seu médico, pegue sua receita. E os que gostam de ficar ligado? Temos anfetaminas da melhor qualidade! Ora, quero só passar o tempo, uma recreação menos burocrática. Ah, sim! Por que não disse logo, temos álcool de todas as qualidades, para o rico (uísque) e para o pobre (cachaça, produto internacional!) tudo nos conformes. E o cigarrinho? Baratíssimo! Temos também.

Hummm... ainda não me convenceu, cigarro dá câncer entre outras coisas menos pavorosas, a bebida mata, mata na direção, mata nos bares, o pai de família chega em casa e espanca a turma toda. Pra não falar no SUS que já está abarrotado cuidando desses perdidos que não sabem se drogar socialmente e com moderação.

Mas é melhor assim povo brasileiro, seu baseado mata inocente e financia o tráfico! Você não pode ter um prazer recreativo e esquecer a sua consciência social, cidadão! Ficamos assim? Você se droga dentro da lei, a gente cobra o imposto e te garante uma vaguinha no SUS, sempre tem lugar pra mais um!

Caso todo mundo aceite esse discurso governamental, o restolho do tráfico internacional não vai deixar manchas na sociedade brasileira. O policial será cordial, o favelado pacato, o cidadão consciente. Será? (tem gente que vai fazer uma reflexão profunda, já é alguma coisa).

A única certeza que tenho é que o governo continuará sendo governo, cobrando impostos e culpando alguém. É mais fácil (e até educativo) jogar a sociedade contra ela mesma, para que aprenda a pensar por si própria e se volte contra seu inimigo comum. Não é isso a democracia?

Sobre cotas raciais e sociais

Fico impressionado com a falta de profundidade no pensamento das pessoas em relação ao sistema de cotas, principalmente para negros, comprovei isso nos famosos banners divulgados no Facebook, vamos dar uma olhada:



A “lógica” desse pensamento raso é de que todos são iguais, portanto, devem competir juntos a uma vaga na universidade. Mas se analisarmos um pouco a questão veremos que não é bem assim.

Não preciso apresentar aqui gráficos ou estatísticas para demonstrar que, hoje, as universidades públicas (e também as particulares, mas vou me ater aquelas, já que se trata de política pública) têm poucos alunos negros em relação a esta população no Brasil. Basta entrar em uma UF e constatar.

O pensamento comum, superficial, entende que o governo subestima os negros criando formas de ingresso segregado, como se estes não tivessem capacidade para o ingresso na Universidade.

Na verdade, sabemos que historicamente a população brasileira pobre (e honesta) luta para pagar as contas no fim do mês, não restando tempo para se dedicar aos estudos, muito menos bancar bons colégios e cursos que dão base de entrada para as Universidades Públicas. Com raros heroísmos algumas pessoas conseguem furar o “esquema” e atingir o ensino superior.

Assim, as cotas garantem a população pobre e estigmatizada (sim, porque conhecemos “a cara” do pobre no Brasil: é negra, é nordestina, é mestiça, é parda) uma repartição das vagas de maneira mais justa ao reservar (sim, é necessário reservar) uma parte do ensino superior aquela população historicamente excluída e majoritária que se mostrou mais capacitada no processo de seleção.

Ainda assim sobra o argumento, também comumente usado, de que os profissionais formados serão de nível intelectual baixo, com aquelas famosas frases do tipo “Você se consultaria com um médico que ingressou pelo sistema de cotas?”. Sim, aliás, não me interessaria pelo tipo de critério usado no ingresso de profissionais no ensino superior.

A formação acadêmica, a grade curricular, o sistema de avaliação nas disciplinas é o mesmo para cotistas e não cotistas. Se o cotista é intelectualmente incapaz de exercer determinada profissão, será barrado no seu caminhar acadêmico da mesma forma que o aluno não cotista.

É preciso discernir que o Vestibular, ENEM ou seja lá qual for a forma de ingresso, acaba no momento da matricula. Daí pra frente, começa uma nova caminhada acadêmica. Se pensarmos que o classificado em 1º lugar no exame será necessariamente o mais brilhante acadêmico, ele não precisaria se submeter a provas, testes e trabalhos em sua formação superior.

Deste modo, as cotas são uma forma de garantir o acesso - mais condizente com o retrato demográfico – de populações colocadas a margem e sem participação efetiva na chamada elite intelectual brasileira.

Concordo que a melhor forma seria garantir meios de vida e educação de base igual para todos, mas isso não sendo possível de forma imediata e nem num futuro próximo (por diversos motivos que não cabe discorrer aqui) sou favorável ao sistema. Respeito aqueles que discordam, contanto que fundamentem seu pensamento de maneira um pouco mais profunda, que analisem a questão, desconstruam a aparente coerência do senso comum que anda muito, muito baixa.

E nunca é demais lembrar que situações desiguais devem ser tratadas desigualmente para que se atinja a real isonomia.

sábado, 6 de outubro de 2012

Amanhã, vote consciente.


O Estandarte do povo acredita que mudanças as mudanças sociais se dão, em um estado democrático, por meio da representação política em sua forma mais direta possível.

Acreditamos também, que o atual estado de alienação popular, no que diz respeito à representação democrática – fruto de inegáveis fatores históricos do nosso povo – pode e deve ser transformado paulatinamente em conscientização política.

Para isso, cabe àqueles que têm – a qualquer nível – uma opinião a respeito do “tema político” manifestar-se, sobremaneira, em época eleitoral, momento decisivo para os cidadãos escolherem aqueles, entre os seus, que irão representá-los durante um mandato de 4 anos.

Em nossa visão, o período eleitoral representa, para além de um grande circo midiático que é montado, a escolha de concidadãos que irão fiscalizar, discutir, elaborar, aprovar ou vetar normas visando atender ao interesse público daqueles que os delegarão tão nobre função: a de portar a voz do povo.

Porém, sabemos o que realmente se passa em grande parte – devido, justamente, a falta de consciência, participação e cobrança popular – uma verdadeira competição entre facções para a defesa de seus interesses privados.

Nada melhor para definir a situação da política brasileira, do que as palavras ainda vivas de Oliveira Vianna (1949):

“Clã feudal e clã parental, já o vimos, eram, desde o primeiro século, puras organizações rurais votadas ambas à defesa pessoal dos seus membros, exclusivamente consagradas a este objetivo privado. Ora, esta motivação privatista passou a ser a força íntima inspiradora dos nossos "clãs eleitorais", como dos nossos "partidos políticos", provinciais ou nacionais. Estes ficaram sendo, assim, simples organizações de interesse privado com funções no campo político. E, até agora, nunca puderam libertar-se -- mesmo os grandes partidos nacionais – desta eiva trazida pela sua composição basilar. (...)

Nossa vida administrativa e nossa atividade idealista e política é -- nas suas expressões mais altas -- um pura criação pessoal e exclusiva de alguns homens independentemente de qualquer sugestão vinda do povo. O que se tem feito de grande neste sentido é sempre o produto de individualidades marcantes e superiores – e não de estrutura culturológica de massa, da capacidade política da população em geral.”

Desta maneira, acreditamos que cabe ao “candidato” e ao “eleitor” expressar suas intenções e anseios de maneira sincera, transparente e compromissada como o nosso espaço comum – a cidade.

VOTE CONSCIENTE!

quinta-feira, 13 de setembro de 2012

Considerações sobre a atual greve no serviço público federal e funcionalismo público de maneira geral

O serviço público de maneira geral é mal organizado, remunerado e provido. Os servidores federais estão anos-luz à frente de outras categorias profissionais em matéria de reinvidicações de direito, consciência pública, valores sociais e democráticos.

Seu padrão organizacional, deve-se de maneira geral, ao alto nível de instrução dos ocupantes de cargos públicos federais, detentores de grande influência na sociedade - por tratar-se de funções estratégicas para a construção social de qualquer país, cuja pretensão seja democrática ou não.

A realidade do serviço público brasileiro (em todos os níveis de poder, sobretudo, o municipal) é calamitosa. São bons exemplos disso o loteamento político através de provimento maciço e inconstitucional  de funcionários comissionados e contratados, bem como o pagamento de salários atrasados e defasados. Situação que  - além de prejudicar a abertura de concursos públicos com amplo número de vagas a serem efetivamente preenchidas - afeta o planejamento responsável do orçamento por parte dos gestores públicos. Pois ao não se estabelecer planos de carreiras, torna-se impossível ter controle e previsão de gastos do Erário, o que afeta o investimento de recursos estatais.

O que deveria ser a regra, torna-se exceção: ainda vemos nos dias atuais, uma massa de apaniguados perpetuar o clientelismo político em diversas cidades brasileiras; o que impede a democratização no atendimento aos cidadãos nas mais variadas áreas sociais (educação, saúde, cultura, esportes, meio ambiente, dentre outras); fere a isonomia ao favorecer determinadas classes de cidadãos e o mais grave: transforma o serviço público em mero emprego de cabide.

sexta-feira, 17 de agosto de 2012

Um país sem ciência e tecnologia é um país sem soberania.

O ESTANDARTE apoia a greve dos professores universitários e dos funcionário da CAPES!

DEMOCRACIA JÁ!!!!!

quinta-feira, 16 de fevereiro de 2012

Domingo Espetacular -12/02/12- Rede Globo é expulsa de manifestação de p...


Depois de algum tempo parado, agora o ESTANDARTE volta com um fato importante para a nossa democracia. Finalmente vimos reverberar nossa indignação com a REDE GLOGO. O fato aconteceu no Rio de Janeiro/RJ, quando policiais e bombeiros em manifestação expulsaram a Rede Globo do local e impediram sua reportagem, por considerá-la TENDENCIOSA, o que, diga-se de passagem, há muito tempo já é óbvio.

FORA REDE GLOBO, O POVO NãO É BOBO!

E nossa democracia está cada vez mais madura...

sexta-feira, 8 de julho de 2011

Ode aos herdeiros políticos

ODE AOS HERDEIROS POLÍTICOS. GANHAM AOS CATORZE ANOS A PRIMEIRA GRAVATA, COM AS CORES DO PARTIDO QUE MELHOR OS ILUDE. AOS QUINZE, SEGUEM A CARAVANA. APLAUDEM CONFORME O CENHO DAS CHEFIAS. SÃO OS CHAMADOS ANOS DE FORMAÇÃO. AÍ APRENDEM A COMPOR O GESTO, A INTERPRETAR HUMORES, A MENTIR HONESTAMENTE. APRENDEM A LEVEZA DAS PALAVRAS, A ESCOLHER O VINHO, A ESPUMAR DE SORRISO NOS DENTES. APRENDEM O SIM E O NÃO MAIS OPORTUNOS. AOS VINTE ANOS, JÁ CONHECEM PELO CHEIRO O CARISMA DE UNS, A MENOS-VALIA DE OUTROS, ENQUANTO PROSSEGUEM VAGOS ESTUDOS DE DIREITO OU ECONOMIA. ESTÃO DE OLHO NOS PRIMEIROS CARGOS; É PRECISO MINAR, DESMINAR, INTRIGAR, REUNIR. SÓ OS PIORES CONSEGUEM ULTRAPASSAR ESSA FASE. HÁ ENTÃO OS QUE VÃO PARA OS MUNICÍPIOS, OS QUE PREFEREM OS ORGANISMOS PÚBLICOS. TUDO DEPENDE DE UM GOLPE DE VISTA OU DOS PATROCÍNIOS À DISPOSIÇÃO. É BEM O MOMENTO DE INTEGRAR AS LISTAS DE ELEGÍVEIS, PONDO SEMPRE A BAIXEZA ACIMA DE TUDO. A PARTIR DO PARLAMENTO, TUDO PODE ACONTECER: DIRETOR DE EMPRESA PÚBLICA, COORDENADOR DE CAMPANHA, ASSESSOR DE MINISTRO, MINISTRO, DIRETOR EXECUTIVO, PRESIDENTE DA CAIXA, EMBAIXADOR NA PQP!... MAIS À FRENTE, PARA COROAR A CARREIRA, O GOLDEN-SHARE DE UMA CADEIRA AO PÔR-DO-SOL. NO FINAL, PARA OS MAIS OBSTINADOS, PODE HAVER NOME DE RUA (COM OU SEM ESTÁTUAS), FLORES DE PANEGÍRICO, FANFARRAS E... FORMOL!

Sobre o autor:O poeta português José Miguel Silva nasceu em maio de 1969, em Vila Nova de Gaia, no distrito do Porto. Publicou os seguintes livros de poesia:  O Sino de Areia (Gilgamesh, 1999), Ulisses Já Não Mora aqui (&etc, 2002),  Vista Para um Pátio Seguido de Desordem (Relógio D’Água, 2003), 24 de Março (2004) e Movimentos no Escuro (Relógio D’Água, 2005).

terça-feira, 21 de junho de 2011

KALASHNIKOV III

KALASHNIKOV III - Evento de cultura que tem como objetivo divulgar as mais diversas expressões culturais na forma de música, dança, etc. Nesta terceira edição, a KALASHNIKOV vai homenagear a cultura afro-brasileira, contará com as apresentações do AFOXÉ FILHOS DE OYÁ e GRUPO DE DANÇA AFRO - fazendo uma demonstração das danças e cantos da cultura afro-brasileira; QUINTETO SÃO DO MATO + LÍVIA LUCAS - O Quinteto conta com a participação especialíssima da talentosa cantora juizforana radicada em Barcelona Lívia Lucas, e juntos prometem uma apresentação inesquecível com um repertório voltado para um misto de afro-samba-jazz; KOLETIVO KINÓIA - com muita sensibilidade e bom gosto, estará a cargo da discotecagem e projeções de vídeos durante a festa. Haverá ainda uma EXPOSIÇÂO DE ARTE inspirada nos temas da cultura negra.

DATA: 08/07 - SEXTA FEIRA
INÍCIO: 22:00
LOCAL: Estação cultural - Praça da Estação
ENTRADA: $10
MAIORES INFORMAÇÕES: 8872-0200 (Victor)
8814-6151 (Ricardo)


quinta-feira, 5 de maio de 2011

Seu Zé Pilintra


Em homenagem ao sangue negro e à cultura africana dos brasileiros!
Umbanda também é religião!

terça-feira, 3 de maio de 2011

Batatinha - Conselheiro (Mestre do Samba baiano)


A sutileza deste samba é comovente. Seja pela levada cadenciada - típica do samba baiano, seja pela melodia espontaneamente bela, ou pela letra que nos rasga o peito, este samba surpreenderá a todos que o escutarem com o carinho que ele merece. Legítimo representante do samba baiano, tão pouco valorizado e ao mesmo tempo tão original, Batatinha é um deus do samba. Por isso mesmo não é necessário dizer muita coisa: este samba é simplesmente impecável. Comovam-se várias vezes: este é meu único conselho! Dou os créditos mais uma vez a Ricardo (Berlusconi) Maciel, mas também a Vitor Corleone que me apresentaram essa pérola.


Quero ouvir este som na próxima KALASH!!!!

sexta-feira, 29 de abril de 2011

Propaganda e reforma política (E-N-G-O-D-O)

É essencial, desmascarar a propaganda veiculada na televisão pela prefeitura de Juiz de Fora que, com as maquiagens do marketing, tentam passar a idéia de que a administração municipal tem trabalhado muito pela cidade, cobrindo asfalto de ruas, construindo obras que há muito já deveriam ter sido concluídas e se dizendo responsável pela abertura de postos de trabalho da iniciativa privada, é sempre VERGONHOSO assistir a tanta leviandade. Administrar uma cidade não pode se resumir a divulgar na mídia maravilhas inventadas. A máquina administrativa funciona independente do chefe do executivo que lá está sentado, a grande diferença é o caráter, iniciativa, honestidade, comprometimento com a população e visão empreendedora, isso sim é administrar.

O Brasil se acostumou com políticos generalizados, confunde-se no panorama dos Poderes legislar e administrar, a politica de idéias e opniões foi feita necessariamente para o Congresso, Assembleias e Câmaras, a Administração Pública está abarrotada de maus administradores que usam a cadeira do poder Executivo para projetos pessoais e partidários, lotando os orgãos públicos (cargos e funções na Administração direta e indireta) de políticos incompetentes e inabilitados para tal.

A atual reforma política que começa a tomar forma neste ano, não passa de mais um rabisco nesse quadro mal pintado pelos mesmos "artistas", com único intuito de mudar pequenas regras internas do jogo politico, nada que vá mudar substancialmente a representação popular ou acrescentar aos padrões éticos e democráticos almejados por essa nação. ABAIXO A HIPOCRISIA, NÃO SOMOS BOBOS ARDILOSAS EXCELÊNCIAS.

Resposta de Flávio Cheker - Resposta à Flávio Cheker

O Sr. Vereador Flávio Cheker respondeu nosso E-mail dizendo:

"Prezado Sr. Robson,
Obrigado por seu e-mail e parabéns por seu senso de cidadania. Estamos
atentos e acompanhando esta situação!
Att.,
Flávio Cheker"
Ainda que ele não tenha dado o crédito a todos do Estandarte, me parece, por outro lado, que ele assumiu o compromisso de manter a atenção quanto a situação do transporte coletivo, o que é pouco, é verdade, mas cobraremos mesmo assim. Por isso respondemos seu e-mail dizendo:
"Uma vez que reza a constituição que "Art. 182. A política de desenvolvimento urbano, executada pelo Poder Público municipal, conforme diretrizes gerais fixadas em lei, tem por objetivo ordenar o pleno desenvolvimento das funções sociais da cidade e garantir o bem-estar de seus habitantes" e na medida em que, por outro lado, "Art. 30. Compete aos municípios: V - organizar e prestar, diretamente ou sob regime de concessão ou permissão, os serviços públicos de interesse local, incluído o de transporte coletivo, que tem caráter essencial", podemoS, então, garantir que também estaremoS atentoS ao vosso trabalho. 

Robson Rocha, João Daniel Neto, Ricardo Maciel, Wadson Xavier e Lídia Bittar. (Estandarte do Povo).

estandartedopovo.blogspot.com"

NoS manteremoS atentoS também SRS. VereadoreS!

TRANSPARÊNCIA JÁ!!!!!!!!!!!!!!!!
 

segunda-feira, 25 de abril de 2011

TRANSPORTE PÚBLICO PRECÁRIO

(E-mail enviado aos vereadores progressistas da Câmara de Vereadores de Juiz de Fora/MG)

Srs. vereadores Flávio Cheker, Betão e Castelar; membros da parcela progressista da Câmara de vereadores de Juiz de Fora:

o transporte público é responsabilidade própria da Câmara Municipal, como consta na Constituição Nacional e, no entanto, os serviços ofertados para a população são precários e caros. Além disso, é indispensável que se retome o bonde que ligaria a zona leste à zona norte de Juiz de Fora, desafogando o centro, melhorando o trânsito e a qualidade de vida da população. Não seria caro e extremamente viável. É preciso que a Câmara pressione o poder executivo e exija a revisão da concessão à ASTRANSP, que já dura 25 anos. Esta empresa esteve envolvida em todos os últimos escândalos políticos de nossa cidade e impede a flexibilização do transporte público em JF. Não somos sardinhas para andarmos enlatados e já não suportamos mais o trânsito de nossa cidade. Enquanto isso o prefeito só se preocupa em asfaltar ruas já asfaltadas!!! A população clama por uma audiência pública que discuta o assunto. O Srs. já contam com o apoio irrestrito do Estandarte do Povo e, certamente, de toda a população. A situação se tornou insuportável e ninguém teve coragem até hoje de tocar no tema!

TRANSPARÊNCIA JÁ!!!

segunda-feira, 18 de abril de 2011

Companheira Felicidade

Outro tema clássico muito discutido socialmente é a felicidade. Esta, junto ao amor, é a preferida dos poetas e amantes. A felicidade as vezes parece um modo de vida, outras vezes uma busca eterna. Diz a filosofia da Seicho No Ie, que todo ser humano já nasce com a capacidade de ser feliz por si só. Não é necessário buscar a felicidade no outro, que o outro nos faça feliz. O que acontece é a união de duas pessoas felizes que transformam a vida a dois em felicidade plena. Mas, então,o que é preciso para ser feliz? Numa sociedade dividida pelo Ser e pelo Ter, será que a felicidade deixou de ser uma condição de vida e se tornou mais um valor futil? Nao acreditamos que a felicidade vem embrulhada e etiquetada com um marca de alto valor. Se assim fosse, haveriam potes de felicidade a venda na melhores lojas do ramo. Portanto, não pode ser vendida,e menos ainda, comprada.
A felicidade está em ver o outro feliz. Por isso, pensar nos esquecidos, nos humilhados e nos famintos e, em como fazê-los mais dignos, é um forte meio de ser feliz. Enxergar no outro o sorriso que queremos ter, nos sentirmos importantes na vida ao menos uma pessoa, saber que alguém agradece ao mundo pela gente existir é uma recompensa tão intensa e duradoura capaz de transformar em eterno o sentimento de felicidade que a tanto aspiramos e muitas vezes desapercebemos.

sábado, 16 de abril de 2011

Revolta II

É revoltante o descaso do poder público com a situação do transporte em Juiz de Fora, a idéia do VLT é completamente viável, este tipo de transporte já foi instalado em Cariri-CE, usando também a linha ferrea já existente. O Veículo Leve sob Trilhos é econômico e barato, desafogaria o transito da cidade e daria dignidade aos usuários do transporte público, mas a administração pública municipal não se interessa pelo projeto, não estuda sua viabilidade, não demonstra qualquer interesse em melhorar um serviço público de sua responsabilidade, o porquê disso todos nós sabemos!

Como já foi demonstrado com a corrupção do governo anterior, as propinas das empresas de ônibus ao ex-Prefeito corroboram a idéia de que o transporte público de Juiz de Fora não passa de UMA MÁFIA, que visa o lucro desses mesmo empresários e a conseqüente agonia da população, o que já se tornou normal na maioria das cidades brasileiras.

Não podemos deixar de gritar diante dos absurdos, por mais que se tornem normais no dia a dia, é uma inércia criminosa, faltam vozes que se levantem contra essa realidade nefasta que vivemos, infelizmente o nosso legislativo municipal não toma qualquer atitude perante o caso, isso demonstra a pouca representatividade que tem os vereadores diante dos anseios da população, os que deveriam tomar um atitude são lenientes com situação.

O TRANSPORTE PÚBLICO DE JUIZ DE FORA ESTÁ ENTREGUE AO DESCASO, aos interesses particulares. Vamos acordar para a realidade, discutir o problema e exigir providências já!

Revolta!

SENHOR PREFEITO CUSTÓDIO MATTOS, ASSIM NÃO DÁ!!!! O TRANSPORTE PÚBLICO DE JUIZ DE FORA É UMA VERGONHA. É PRECISO URGENTEMENTE REVER A CONCESSÃO QUE GARANTE A PERMANÊNCIA DA ASTRANSP HÁ 25 ANOS COMO A ÚNICA EMPRESA QUE OFERTA TRANSPORTE COLETIVO PARA A POPULAÇÃO JUIZDEFORANA!!! JUIZ DE FORA PRECISA DA VOLTA DO BONDE, PARA LIGAR A ZONA LESTE À ZONA NORTE DE JUIZ DE FORA. ISSO DIMINUIRIA O FLUXO DE ÔNIBUS NO CENTRO E MELHORARIA O TRÂNSITO, O QUAL JÁ ESTÁ INSUPORTÁVEL! A LINHA FERROVIÁRIA QUE LIGA OS DOIS PONTOS JÁ EXISTE E O FINANCIAMENTO PARA AS OBRAS É POSSÍVEL DE CONSEGUIR, FALTA APENAS VONTADE POLÍTICA!!! CONCLAMAMOS TAMBÉM A CÂMARA DOS VEREADORES, CONSTITUCIONALMENTE RESPOSÁVEIS PELA QUALIDADE DO TRANSPORTE PÚBLICO COLETIVO!!!!

ESTÁ É UMA CARÊNCIA DO POVO E, PORTANTO, UMA NECESSIDADE IMEDIATA!


Espaço Todos

Saudações caros amigos Blogueiros
Refletindo sobre a importância da discussão de temas cotidianos em nosso espaço, passou-me pela cabeça buscar os formadores de opinião que são Todos. As pessoas inseridas na sociedade são as peças chaves para a formação de pensamento. O senso comum, definido filosoficamente como o aprendizado através das experiências do dia-a-dia, sem a necessidade de aprofundamento ou bases teóricas, está presente em nossas vidas desde os primórdios da humanidade. Através do entendimento e reflexão das diversas posições tomandas acerca de um tema, podemos entender como funciona o meio em que vivemos, bem como as carências e necessidades de nossa sociedade.

Um dos temas mais falados, discutidos, citados e comentados hoje é a paz. Entender o sentindo individual e coletivo da paz para as pessoas, é o mesmo que trilhar o caminho em busca de um dos potes de ouro no fim do arco-íris a que tanto almejamos.

Se a paz é tão desejada, então por que é também tão difícil consegui-la?

Dentro de cada um de nós pulsa uma espécie de energia que nos faz vibrar cada vez que nos deparamos com esse tipo de inquietude. Buscamos respostas dentro de nós mesmo e por alguns segundos nos sentimos salvadores do mundo em potencial. Então surgem tragédias como a de Realengo ou tantas outras, devolvendo para dentro de nós os antigos sentimentos de impotência e somos dispensados do exército da salvação.

Como fazer que o desejo pela Paz e pela dignidade humana salte de nossas entranhas e se torne atitudes concretas? Longe de se encontrar a verdade absoluta sobre esses temas, bem mais complexos do que se parece aos nossos olhos, podemos buscar nossas próprias respostas. Refletirmos por exemplo, quando somos personagens e quando somos espectadores de histórias de nossas vidas onde a paz poderia ser cultivada. O racismo e o preconceito ainda perduram em nosso meio. Muitas vezes sob formas subjetivas e mascaradas. Trazer a tona e tratar de forma menos indifirente toda a vez que nos deparamos com qualquer forma de manifestação desses atos repugnantes pode ser um dos caminhos para a construção de nossa sociedade pacificada.

Paz ser discutida de forma política, moral ou ética. O que não se pode é perder o foco que os desejos e anseios de um povo em geral não são antagônicos. Ninguém deseja outro massacre em escolas, ninguém clama pelo retorno da escravidão, ninguém deseja um político tirano no poder.

Busquemos entender como as pessoas vivem e manifestam seus sentimentos e desejos e como podemos aplicar as boas idéias em nossas vidas.

Nosso desejo hoje é que a paz não seja somente um estado de espírito individual, mas torne-se uma vivência constante no codidiano de todos os brasileiro e brasileiras cada dia mais comprometidos em fazer do mundo um paraíso e de suas casas, um templo de paz, amor e morada do bem.