“Saudações a todos. Nasce o Estandarte do Povo - movimento político e cultural - que tem o intuito de fazer reverberar a voz de qualquer um que se proponha a propagar conhecimentos livres e libertadores. A intenção é trazer a todos, importantes contribuições que têm se perdido no tempo. Venha conosco, leia e contribua para que o Estandarte possa de fato alcançar sua meta. Deixe o Estandarte do Povo passar!”

Ricardo Maciel, Robson Rocha e Wadson Xavier.

Contribuições pelo E-mail: estandartedopovo@hotmail.com

Deixa o estandarte do povo passar
eu quero ver esta gente cantar
cantando a plenos pulmões
a alegria dos corações
que ainda precisam
do samba pra chorar

Canta, minha gente canta
Deixa o estandarte passar
que o carnaval da gente
ele veio inaugurar

Eu vou cantar com empolgação
na avenida encontrei a redenção
Vou seguir os passos do poeta,
agora é a vez da nossa festa!

sábado, 16 de abril de 2011

Revolta!

SENHOR PREFEITO CUSTÓDIO MATTOS, ASSIM NÃO DÁ!!!! O TRANSPORTE PÚBLICO DE JUIZ DE FORA É UMA VERGONHA. É PRECISO URGENTEMENTE REVER A CONCESSÃO QUE GARANTE A PERMANÊNCIA DA ASTRANSP HÁ 25 ANOS COMO A ÚNICA EMPRESA QUE OFERTA TRANSPORTE COLETIVO PARA A POPULAÇÃO JUIZDEFORANA!!! JUIZ DE FORA PRECISA DA VOLTA DO BONDE, PARA LIGAR A ZONA LESTE À ZONA NORTE DE JUIZ DE FORA. ISSO DIMINUIRIA O FLUXO DE ÔNIBUS NO CENTRO E MELHORARIA O TRÂNSITO, O QUAL JÁ ESTÁ INSUPORTÁVEL! A LINHA FERROVIÁRIA QUE LIGA OS DOIS PONTOS JÁ EXISTE E O FINANCIAMENTO PARA AS OBRAS É POSSÍVEL DE CONSEGUIR, FALTA APENAS VONTADE POLÍTICA!!! CONCLAMAMOS TAMBÉM A CÂMARA DOS VEREADORES, CONSTITUCIONALMENTE RESPOSÁVEIS PELA QUALIDADE DO TRANSPORTE PÚBLICO COLETIVO!!!!

ESTÁ É UMA CARÊNCIA DO POVO E, PORTANTO, UMA NECESSIDADE IMEDIATA!


Espaço Todos

Saudações caros amigos Blogueiros
Refletindo sobre a importância da discussão de temas cotidianos em nosso espaço, passou-me pela cabeça buscar os formadores de opinião que são Todos. As pessoas inseridas na sociedade são as peças chaves para a formação de pensamento. O senso comum, definido filosoficamente como o aprendizado através das experiências do dia-a-dia, sem a necessidade de aprofundamento ou bases teóricas, está presente em nossas vidas desde os primórdios da humanidade. Através do entendimento e reflexão das diversas posições tomandas acerca de um tema, podemos entender como funciona o meio em que vivemos, bem como as carências e necessidades de nossa sociedade.

Um dos temas mais falados, discutidos, citados e comentados hoje é a paz. Entender o sentindo individual e coletivo da paz para as pessoas, é o mesmo que trilhar o caminho em busca de um dos potes de ouro no fim do arco-íris a que tanto almejamos.

Se a paz é tão desejada, então por que é também tão difícil consegui-la?

Dentro de cada um de nós pulsa uma espécie de energia que nos faz vibrar cada vez que nos deparamos com esse tipo de inquietude. Buscamos respostas dentro de nós mesmo e por alguns segundos nos sentimos salvadores do mundo em potencial. Então surgem tragédias como a de Realengo ou tantas outras, devolvendo para dentro de nós os antigos sentimentos de impotência e somos dispensados do exército da salvação.

Como fazer que o desejo pela Paz e pela dignidade humana salte de nossas entranhas e se torne atitudes concretas? Longe de se encontrar a verdade absoluta sobre esses temas, bem mais complexos do que se parece aos nossos olhos, podemos buscar nossas próprias respostas. Refletirmos por exemplo, quando somos personagens e quando somos espectadores de histórias de nossas vidas onde a paz poderia ser cultivada. O racismo e o preconceito ainda perduram em nosso meio. Muitas vezes sob formas subjetivas e mascaradas. Trazer a tona e tratar de forma menos indifirente toda a vez que nos deparamos com qualquer forma de manifestação desses atos repugnantes pode ser um dos caminhos para a construção de nossa sociedade pacificada.

Paz ser discutida de forma política, moral ou ética. O que não se pode é perder o foco que os desejos e anseios de um povo em geral não são antagônicos. Ninguém deseja outro massacre em escolas, ninguém clama pelo retorno da escravidão, ninguém deseja um político tirano no poder.

Busquemos entender como as pessoas vivem e manifestam seus sentimentos e desejos e como podemos aplicar as boas idéias em nossas vidas.

Nosso desejo hoje é que a paz não seja somente um estado de espírito individual, mas torne-se uma vivência constante no codidiano de todos os brasileiro e brasileiras cada dia mais comprometidos em fazer do mundo um paraíso e de suas casas, um templo de paz, amor e morada do bem.

quarta-feira, 13 de abril de 2011

A HISTÓRIA DO NEGRO NO BRASIL


Já se tornou um tema de ampla discussão na sociedade a questão referente à correção ou não das políticas positivas que garantem a separação de cotas nas universidades para a população que se declara afro-descendente. Os argumentos contra e a favor são os mais variados. Quando é a favor, o discurso em sua defesa usará o argumento da história e da exploração dos negros durante o período escravista. Quando for contra, por outro lado, o argumento utilizado buscará validar a opinião de que, apesar de legítimo, o discurso favorável às cotas não considera o fato de que estas políticas afirmativas não superam nem restituem a população afro-descendente de sua espoliação no passado.

Há também, não se pode esquecer, uma serie de interesses conflitantes que perpassam esta questão, até porque a parte da sociedade afetada negativamente por estas políticas é a classe média consolidada - que não é predominantemente negra e, por isso, perde vagas nas universidades publicas; enquanto aquela que é favorecida é justamente a enorme classe media emergente atualmente no Brasil – que é negra e por isso passa a ocupar as vagas anteriormente destinadas para a classe media branca. Por isso, além de ser uma questão substantiva, porque visa reparar um erro histórico do Estado brasileiro, também é, como se vê, um problema que afeta diretamente a sociedade atual, o que justifica sua enorme repercussão.

Não obstante, apesar das discordâncias, algo que não se pode negar é que se trata de um erro do Estado brasileiro, ainda que uma parcela da sociedade tenha se beneficiado da exploração da população negra num passado muitas vezes até recente. Isso, porque, é ao Estado soberano que é confiada a diretriz de toda a nação, o que o responsabiliza historicamente por esta falha e o exige reparação, ainda que isso implique em choques com a classe média consolidada.

Por isso, ainda que incompletas, as políticas afirmativas representam um avanço do Estado brasileiro, além de serem justas, já que reparam sim, mesmo que minimamente, um erro histórico que ainda embarga o completo desenvolvimento de nossa nação: nosso apartheid disfarçado! Contudo, por outro lado, é indispensável avançarmos no tema, porque estas políticas são mesmo insuficientes. Só superaremos este atraso caso toda historia do negro seja recontada. Isso só será possível, portanto, quando a historia do negro for dignificada, o que não é sequer difícil, já que os elementos mais característicos de nossas personalidades, a alegria e a cordialidade, são inteiramente dependentes da influencia da população de descendência africana no Brasil, assim como nossos maiores símbolos e as maiores marcas e conquistas de nosso povo. O samba, por exemplo, nasceu no morro, entre os negros e em sua história perfilam nomes como Cartola, Nelson Cavaquinho, Nelson Sargento e Batatinha, homens que marcaram muitas vidas com a sutileza de suas poesias que não devem nada a nenhum poeta clássico da língua portuguesa. E a grande maioria dos sambistas era e é negra! O futebol tem um príncipe – Garrincha – e um rei – Pele – e os dois são negros. Assim como um de nossos maiores escritores, Lima Barreto, também era negro!

Para isso, contudo, será indispensável também que a história da África e dos povos africanos que vieram para o Brasil, assim como a historia dos negros no Brasil – a resistência dos quilombos e o desenvolvimento das favelas, por exemplo – seja considerado um tema tão importante quanto nos é a história da Europa. Isso significa que elas devem ser também matérias obrigatórias desde o ensino fundamental e com a mesma ênfase e amplitude das demais. É igualmente necessário, não obstante, que se retire completamente o estigma das religiões afro-descendentes – o candomblé e a umbanda. A intolerância à qual seus praticantes ainda são submetidos dia a dia já não pode ser mais aceita pela sociedade brasileira, até porque liberdade de credo é um direito primário de qualquer democracia.

Na verdade, esta é uma tarefa histórica de nossa geração, que hoje já vive em democracia, até porque não há nada mais devastador para cada um de nós do que a perda de nossa história, já que é da historia que os homens retiram os símbolos e sentido de suas vidas; é pela historia que os homens podem transformar o mundo e a própria historia. Por conta disso não temos outra escolha a não ser superar nosso apartheid disfarçado e recontar a historia dos negros no Brasil. Somente assim poderemos impulsionar o nosso desenvolvimento e garantir nossa consolidação como país soberano e efetivamente democrático. Mas é preciso agir imediatamente!

“Samba!/ Negro forte, destemido/ Foi duramente perseguido/ Na esquina, no botequim e no terreiro!”

(Nelson Sargento – Agoniza, mas não morre).

KALASHNIKOV II

KALASHNIKOV

Nesta segunda edição, o evento contará mais uma vez com a presença do Quinteto São do Mato e Coletivo Kinoia, desta vez com um show em homenagem ao cineasta e músico sérvio Emir Kusturica, com um repertório dedicado à música cigana. Logo após, teremos a apresentação do grupo Peneirando Água, com suas influências latino-americanas. Outras manifestações artísticas dividirão a cena durante o evento.
 

Local: Estação Cultural(Praça da Estação)
Data: 16 de Abril, sábado
Horário: a partir das 22:00
Portaria: R$10

segunda-feira, 21 de março de 2011

Dica do Mês - Botecos de Juiz de Fora


Deixo aqui a propria descrição do blog que ja diz muito:

Editorial

Quantas vezes não me senti aflito em buscar informações, textos ou fotos sobre os esplêndidos botecos de Juiz de Fora e não encontrar? 

O Boteco JF nasceu da idéia de traduzir através de poesias, crônicas, matérias, videos e fotos, a tradição ecumênica dos botequins de Juiz de Fora-MG. 

Tais estabelecimentos figuram entre os mais prodigiosos do universo. Aqui escreverão convidados e convidadas. 

Mas o objetivo é trazer ao leitor, um sentimento, um sentido, uma vontade. Coisas típicas de um boteco. Sente-se, ou acomode-se no balcão.

O garçom

quinta-feira, 10 de março de 2011

Dica do mês - Maria do Resguardo

Maria do Resguardo o Maior Acervo de Fotos Antigas e Raras de Juiz de Fora

O que surpreende neste acervo de fotos antigas de Juiz de Fora é a qualidade das imagens e o ineditismo, com muitas imagens antigas de JF espalhadas por ai, este blog reúne fotos até então desconhecidas do público:

Visitem, vale a pena!

sexta-feira, 18 de fevereiro de 2011

Dica do mês - Prato e Faca

No último mês, por indicação de meu querido amigo Ricardo Maciel, tive a oportunidade de conhecer uma bela iniciativa que merece ser divulgada.

pratoefaca.blogspot.com

Se um blog que busca manter o espírito do samba vivo já é louvável, o que dizer qunado ele vem acompanhado de um grande acervo de raridades. Fica então a dica e a exortação para que isso sirva de motivações para iniciativas tão importantes como essa. Portanto, mais uma vez:

pratoefaca.blogspot.com

Divirtam-se